| — | Clarice Lispector (via perfeita-sincronia) |
| — | Caio Fernando Abreu (via umoutrocaminho) |
| — | Fernanda Mello (via distorcido) |
não sabia o que fazer,
fui contar praquele estranho que eu gostava de você.
| — | Tiê. (via onze-minutos) |
Um Céu cheio de Estrelas
Feitas com caneta bic
Num papel de Pão.
| — | Zeca Baleiro (via c-o-d-i-n-o-m-e) |
| — | Caio Augusto Leite (via ventodemaio) |
Você me chama de comum. E talvez eu seja mesmo. Talvez eu seja só mais uma entre a multidão buscando um prêmio chamado felicidade. Mas não me incomoda ser mais um entre os clichês. Eu quero mesmo é ser quem sou e transbordar a minha essência. Se ela é ordinária por aí, tudo bem. Por que perturbar minha mente com coisas que em nada afetam? Quero é ser feliz. E meu conceito de felicidade é tão diferente. É um estado de espírito. É olhar para o sol de manhã, respirar fundo e se deixar iluminar. Ao cair a noite lembrar-se que o brilho vindo das estrelas é o mais belo e humilde. Observar a grandeza do mundo. E notar o quanto a inteligencia da humanidade facilita o seu dia. É sorrir para alguém na sala de espera. Cantar no chuveiro e não se deixar abalar. Não criar casos ou situações inalcançáveis. As grandezas da vida veem de pequenices, aquelas que cabem na alma e iluminam as faces com os sorrisos mais marcantes. A felicidade é o teu brilho próprio, que se deixa revelar involuntariamente. Não caio nessa armadilha de caminho feito. Riqueza, casamento e emprego ideal. Eu farei o que me dá gosto de viver, o que me traz paz. Respirarei leitura, música e cinema. Sairei dançando pela casa bebendo um bom vinho depois de um dia produtivo. Só me imagino vivendo uma solidão constantemente preenchida por hobbies que me façam sentir viva. Porque são de pequenas coisas, meu bem, que se vive a vida. Laircia L.
| — | Clarice Lispector. (via desapegar-se) |





